O câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente no Brasil. A boa notícia é que, quando diagnosticado cedo, as chances de tratamento bem-sucedido são altas. É aí que entra a dermatoscopia.
O que é a dermatoscopia
É um exame indolor e rápido, feito com um aparelho que amplia a imagem da pele e a ilumina com uma luz especial. Ele permite ver estruturas e padrões de pintas e lesões que não são visíveis a olho nu, ajudando o médico a diferenciar lesões benignas de outras que precisam de investigação. Quando há dúvida, a biópsia pode ser indicada para confirmar o diagnóstico.
A regra do ABCDE
Uma forma simples de observar as próprias pintas em casa:
- Assimetria: uma metade diferente da outra;
- Bordas: irregulares, serrilhadas ou mal definidas;
- Cor: várias cores na mesma pinta (marrom, preto, avermelhado, azulado);
- Diâmetro: maior que 6 mm;
- Evolução: mudança de tamanho, forma, cor ou sintomas ao longo do tempo.
Outro sinal de alerta é a lesão que destoa das demais, o chamado “patinho feio”.
Quando procurar avaliação
- pinta nova que cresce ou muda de aspecto;
- lesão que coça, descama ou sangra com facilidade;
- ferida que não cicatriza em algumas semanas.
Quem tem pele clara, muitas pintas, histórico de queimaduras solares ou casos de câncer de pele na família costuma precisar de acompanhamento periódico, cuja frequência é definida pelo dermatologista.
Prevenção
A proteção solar diária continua sendo a principal forma de prevenção. Veja, no blog, como escolher e usar corretamente o protetor solar.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e o tratamento dependem de avaliação individual.
